O SENADOR FAUSTO LONGO COMENTA O REFERENDO CONSTITUCIONAL

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(O Senador Longo, na penultima fila, acompanha o debate no Comites de São Paulo)

"Sentado como um cidadão comum, nas últimas filas do salão de conferências do Circolo Italiano de São Paulo, assisti ao debate sobre a reforma constitucional, organizado pelos Comitês do SIM e do NÃO, em uma atmosfera democrática e construtiva.

Fui impulsionado pelo desejo de ouvir as opiniões dos meus colegas ex-parlamentares e compreender as questões dos italianos que vivem no exterior que estavam ali presentes e daqueles que estavam conectados on-line para acompanhar a discussão ", explicou o Senador Fausto Longo que participou do debate mediado pelo jornalista Carlos Nascimento, quarta-feira, 26 de outubro. No final do confronto político, após duas horas de discussão acirrada, o Senador Longo percebeu que há muita desinformação entre aqueles que fizeram perguntas sobre os temas contidos no Referendo para o qual os italianos foram chamados a votar no dia 4 de dezembro. "Esperava que se discutisse a fundo os efeitos positivos e negativos que esta reforma pode ter sobre o Sistema Itália. Todos os dias, na rede social e no meu site, estou sempre falando da reforma no seu sentido pró-ativo, de seus conteúdos inovadores que poderiam levar a Itália a um desenvolvimento real. Também queria que tivessem sido explorados os aspectos negativos, contraditórios que apontam os adversários deste referendo. Percebe-se que os argumentos do NÃO são frágeis e não se sustentam quando confrontados com a necessidade que a Itália tem de simplificar o processo de leis ". As intervenções de Alessandro Battisti representante do Comitê do SIM e Diego Tomassini do Comitê NÃO inflamaram os presentes especialmente quando abordaram temas como redução da despesa pública e representatividade. A Itália está dividida em duas, com uma pequena maioria para o NÃO, mas isso pode mudar de agora até o fim. "Este processo de mudança proposto pela reforma constitucional - diz o Senador Longo - desperta muitas preocupações que poderiam ser superadas com coragem para dar um futuro melhor para as novas gerações e aliviar o processo legislativo sobre o qual pesa a máquina burocrática. Todavia, como sou um democrata e acredito 100% na consciência popular, vou aceitar o resultado, seja qual for. Mas espero que o eleitor escolha votar SIM e legar às gerações futuras uma Itália melhor e mais eficiente num contexto internacional”.

(A mesa do debate)